Ela entrou silenciosamente. Ele a puxou pela cintura contra seu corpo apertando-lhe fortemente em seus braços e indo direta em direção a sua boca, afogando-a em beijos ardentes.
O zíper do vestido desceu lentamente, fazendo-a cair cada vez mais conforme ele chegava mais perto de derrubar seu vestido no chão. Seu toque era ardente, enlouquecedor.
Ela fechou os olhos e o deixou conduzi-la até a cama forrada em lençóis de seda pura. O toque do tecido em seu corpo já semi-nu sendo colocado delicadamente sobre a cama a confortava.
Palavras não eram ditas, tudo que eles precisavam saber poderia ser lido com facilidade no olhar profundo, penetrante, ansioso deles.
Sua boca foi escorregando pelo seu rosto, até chegar ao pescoço e apartir dai continuou a descer, enquanto sutilmente ele desabotoava seu sutiã, ela já não sabia mais o qe fazer.
Os toques, os dois corpos sincronizados num mesmo ato que se limitava ao prazer e ao desejo, o sangue ardendo e queimando conforme a pulsação acelerava e os elevava a um nível de puro extase, impossível de se conseguir se não ali...
Os beijos já estavam em seu busto, que denunciava o desejo igualmente recíproco dela aquilo.
Ele já não estava mais com camisa, ela, ao perder a timidez momentanea, cuidou desse detalhe. A calça também fez questão de tirar, fazendo-o querê-la cada vez mais.
A barriga com certeza era um dos seus pontos fracos, quando os beijos a alcançaram, ela já não sabia mais o qe fazer, desistiu de qualquer dúvida que ainda podia restar perambulando em sua mente e se entrou aos seus próprios desejos junto aos dele.
Seu corpo já não tinha mais controle, ele a desejada e demonstrava isso cada vez mais tomando o corpo dela pra si, ela também não o negava, e a cada aperto em seu corpo havia um calafrio que o percorria por inteiro, mas de tão constantes já a faziam não mais percebe-los individualmente. Ela os fez incorporar seus desejos.
Ele tirou uma calcinha com a boca, beijando-a mais ainda, admirando a luz que entrava pela janela e refletia as curvas do seu corpo já totalmente nu. Ela olhava bem em seus olhos sendo cada um de seus pensamentos, e sorria, respondendo a ele que todos os meus sonhos e desejos seriam satisfeitos.
Já naquele ato, nada de pensamentos. Gemidos abafados, quentes, desesperados em movimentos suaves e bruscos ao mesmo tempo. A noite pasou, a cidade inteira se calava, era tudo só deles, e daquele ato que os levava ao mais profundo sonho, ao mais anseiado paraíso. O unico sentimento que ainda estava vivo, que ainda era lembrado era o prazer. Num último som emitido simultaneamente pelos dois, o auge de tudo aquilo. Após isso, já não restando mais forças, se calaram, se deitaram, se uniram. Acabaram por dormir abraçados, silenciosamente, pronfundamente em cima daquele lençol. Um lençol de seda que seria o único a acompalha-los, não só essa, mas em muitas noites futuras, na mesma cobertura do mesmo prédio perdido no centro.
Preliminar perfeita. Me inspirou bastante para lhe escrever um texto sobre o assunto. Você escreve perfeitamente, mas ainda falta aprender - quem sabe na prática, pois é dificílimo escrever sobre algo que não se viveu - algumas coisas. Na hora mais quente do texto as coisas esfriaram. Talvez seja muito bom justamente por isso. Ou talvez seja imperfeito por tudo ser perfeito demais, utópico
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