... nunca os dois ao mesmo tempo, mas sempre em seus extremos.
Ela agora era vermelho, tinha a cor do fogo no cabelo e a cor do sangue nos lábios. E pelos dois nutria desejos, amava brincar com o fogo, amava a dor do sangue.
Adorava vestidos pretos, pular os degrais das escadas, calças jeans rasgatas e camisetas justas que realçavam sua cintura sobrepostas por camisas roubadas.
Humor ácido, sempre sarcástico era o seu preferido, gostava do gosto do mistério e de provocá-lo nos outros, a confusão era o destino de todos que tentavam se aproximar, tinha temperamento forte, um coração de gelo, e um sangue que adorava ferver, seja por ódio, seja por desejo.
Tinha preferência por rock, pois ele traduzia sua mente melhor que qualquer outro estilo, adorava colocar metal em tudo, tendo ele no pescoço, na cintura e pendurado pelo resto do corpo.
Amava o controle, odiava ser controlada, amava a dor, odiava privação de liberdade, mas principalmente, nutria um paradoxo entre amor e ódio, amava sentir que podia odiar tudo, odiava os efeitos do amor. Gostava mais do desejo, muito mais do desejo... Gostava de ser desejada.
Mas um dia, ela se sentiu apaixonada, e a paixão tem como propriedade parecer sempre a primeira paixão, ter uma intensidade incontrolável, e a causar colapsos...
E é assim que uma garota, não tão boa, se sente uma idiota. (:Eu te desejo por inteiro,
era isso que eu queria ouvir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
- ! oi (:
comentar ?