domingo, junho 27

ansiedade

No fundo, a ansiedade que está me alimentando.

Num pedaço de papel jogado nos meios do meu livro, estava escrito "Você pode não me tirar o sono, mas estar nos meus sonhos já é me causar perturbação..."
Eu lembrava do que se tratava, e nem tinha como não lembrar, o papel era novo,  mas eu só tinha escrito nele dias atras. E nesse pouco tempo, eu não tinha tido mais sonhos.
Ainda assim, você estava lá.

As seis da tarde, a gente pretendia ir embora, mas só as seis e meia que a gente realmente foi. O trânsito nem estava tão ruim, a cidade não estava tão barulhenta, a conversa não estava tão constante, o clima estava amis leve, o tempo um pouco mais frio, o sono ficava mais denso... e a ansiedade aumentava, silenciosamente. Ela gostava de não fazer barulho.. mas me fazer pensar em tudo aquilo que eu deveria pensar mais tarde...

E os dias iam passando, ela ia aumentando, e o que eu queria ficava mais perto. Quanto mais perto, maior.
Já não se tinha muito o que fazer, se não esperar o momento certo... ainda assim, todas as noites eu sem querer tomava uma dose de ansiedade diluída na minha água, e você sempre voltava ao seu lugar, aquele lá que eu mais gostava, e enchia minha cabeça com você, até desaparecer enquanto eu durmo, já que não ando tendo sonhos...

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