“Nem todas as perguntas tem respostas,
mas algumas simplesmente não devem ser respondidas.”
“Acho que é hora de você me conhecer. Até aqui, sei que te causei muitas dúvidas, mas não me culpe, nós não fomos apresentados, o que é uma falta de educação dessa tal, não? Tenho muito prazer em finalmente me apresentar a você, apesar de ter que ressaltar um ponto em questão: é uma apresentação, não uma revelação. Esclareço algumas coisas a você, mas não posso te dizer o que mais queres saber.
Ainda não disse meu nome, mas precisa dizer? Sou um pedaço de você, a rosa da morte, ou como quiser.
Eu sou todas as suas respostas, desde ‘quem eu sou?’ até ‘da onde eu vim e para onde eu vou?’, e eu sei que você quer me desvendar, mas... não quero ver outra moeda cair, não a sua, me importo com você.
Poucas pessoas sabem que eu existo e agora você faz parte dessa minoria. É preciso ser humano demais pra me perceber e saber muito (até mais do que deve) para me entender ou querer, e por esse motivo e pelo que eu sou, eles existem e se unirão pra me proteger.
Agora sobre mim e, especialmente, sobre meu segredo, como já lhe disse anteriormente, basta saber que tenho a resposta de todas as suas perguntas e que sou parte de você, eu tenho a sua essência. Mas, me desculpe a grosseira, se respondo suas perguntas terás que me pagar com aquilo de maior valor que você tem... Sim, com isso mesmo que passou pela sua mente e te causou arrepio. E como também já lhe disse, me importo contigo para deixar tal ato acontecer.
Fora tudo isso, acho que só falta lhe informar um detalhe, deu minha hora e preciso ir. Peço-lhe por fim que não me esqueças, da mesma forma que lembrarei eternamente de ti...
Ainda não disse meu nome, mas precisa dizer? Sou um pedaço de você, a rosa da morte, ou como quiser.
Eu sou todas as suas respostas, desde ‘quem eu sou?’ até ‘da onde eu vim e para onde eu vou?’, e eu sei que você quer me desvendar, mas... não quero ver outra moeda cair, não a sua, me importo com você.
Poucas pessoas sabem que eu existo e agora você faz parte dessa minoria. É preciso ser humano demais pra me perceber e saber muito (até mais do que deve) para me entender ou querer, e por esse motivo e pelo que eu sou, eles existem e se unirão pra me proteger.
Agora sobre mim e, especialmente, sobre meu segredo, como já lhe disse anteriormente, basta saber que tenho a resposta de todas as suas perguntas e que sou parte de você, eu tenho a sua essência. Mas, me desculpe a grosseira, se respondo suas perguntas terás que me pagar com aquilo de maior valor que você tem... Sim, com isso mesmo que passou pela sua mente e te causou arrepio. E como também já lhe disse, me importo contigo para deixar tal ato acontecer.
Fora tudo isso, acho que só falta lhe informar um detalhe, deu minha hora e preciso ir. Peço-lhe por fim que não me esqueças, da mesma forma que lembrarei eternamente de ti...
Até Logo...”
- Um cemitério ? – Kimberly questionava James, que ainda estava meio sujo de sangue e pensava no porque Leonard, após abandoná-los no “castelo” poupando sua vida, seguiria até um cemitério.
- O túmulo da Rainha, provavelmente.
Alguns minutos após observar Leonard ser recepcionado pelo coveiro, eles resolveram pular o portão e entrar no recinto, seguindo os passos ainda frescos na grama úmida de orvalho dos dois cavalheiros...
Até chegarem a suntuosa arquitetura com o nome da Rainha.
- Leonard ..?
- Vida e morte, Julian... Como esperado.
- Darei meu jeito, agora vamos, tem meia hora. A quanto tempo não o vejo.
- É um prazer revê-lo de minha parte. Deu tudo certo com Elizabethy?
- Tudo, não se preocupe. Só falta você. – o coveiro disse abrindo o mausoléu ao convidado, que fez uma breve oração em memória ao cadáver, e entregando-lhe um envelope idêntico ao da moça que antes passou por lá – Aqui está sua parte. Agora vá!
- E os dois ?
- Eles chegaram até aqui, mas só saberão quando voltar ao amanhecer... – o tom da voz de Julian era malicioso e a frase foi acompanhada de um sorriso que dizia claramente isso, o que fez Leonard sorrir também.
- Até, Julian.
- Mamãe amava me trazer aqui...- A nostalgia a invadia ao olhar para todas aquelas árvores e plantas que ela brincava quando pequena, aquela era a pequena natureza que resistia a cidade, e era muito bonita.
- Elizabethy, desculpe meu atraso...
- Não estamos atrasados, Leonard- a voz aconchegante e a luz da lua refletindo em sua pele o fizeram sorrir, abobadamente- mas temos que ir.
Ele a seguiu pela estranha trilha secreta, era a favorita dela, até verem uma excêntrica rocha, uma caverna.
- Chegamos. - Elizabethy disse conduzindo-o para dentro. Em seu interior, bem em seu centro, tinha um buraco em cima de suas cabeças por onde o luar entrava, iluminando algumas palavras.
- Leonard ?
- Princesa, coloque a pedra aqui. – indicou ele a Elizabethy, que colocou a jóia que tanto protegia em uma cavidade, embaixo dos escritos.
- Eu vinha muito aqui quando criança, mas não lembro dessa escritura...- ela parecia meio confusa.
- Não era para se lembrar princesa, ela estava escondida...
- E o que dizem ?
Ele a puxou para junto de seu corpo fazendo-a acelerar seus batimentos cardiacos e perder a respiração. Ele era tão sedutor. Um beijo aconteceu.
3:00 - A lua alcançou o alinhamento perfeito e sua luz ao alcançar a pedra refletia por todo o lugar. Violeta. E os dois naquele ato longo, apaixonado e extasiado demoraram a perceber o que estava acontecendo. Era a cena perfeita.
- Você é agora a Rainha do silêncio. – Ele sussurrou no ouvido dela.
- Hã ?
- “Vos es iam Regina ex silentium”, você agora é a Rainha do silêncio, é o que está escrito. – disse, sorrindo para ela.
E ela só fez retribuir o sorriso.
Aquele dia nasceu vermelho e se pôs violeta. E só poucas pessoas, como Leonard, Elizabhety, e até James e Kimberly souberam o motivo.
- O túmulo da Rainha, provavelmente.
Alguns minutos após observar Leonard ser recepcionado pelo coveiro, eles resolveram pular o portão e entrar no recinto, seguindo os passos ainda frescos na grama úmida de orvalho dos dois cavalheiros...
Até chegarem a suntuosa arquitetura com o nome da Rainha.
- Leonard ..?
- Vida e morte, Julian... Como esperado.
- Darei meu jeito, agora vamos, tem meia hora. A quanto tempo não o vejo.
- É um prazer revê-lo de minha parte. Deu tudo certo com Elizabethy?
- Tudo, não se preocupe. Só falta você. – o coveiro disse abrindo o mausoléu ao convidado, que fez uma breve oração em memória ao cadáver, e entregando-lhe um envelope idêntico ao da moça que antes passou por lá – Aqui está sua parte. Agora vá!
- E os dois ?
- Eles chegaram até aqui, mas só saberão quando voltar ao amanhecer... – o tom da voz de Julian era malicioso e a frase foi acompanhada de um sorriso que dizia claramente isso, o que fez Leonard sorrir também.
- Até, Julian.
“Filha, te amo.
Por favor... faça isso, por mim!”
Anil. A lágrima voltou a escorrer por seu rosto, mas mais lágrimas não vieram. Foi um sacrifício chegar aquele local que nem parecia fazer parte da cidade urbana que ela vivia.Por favor... faça isso, por mim!”
- Mamãe amava me trazer aqui...- A nostalgia a invadia ao olhar para todas aquelas árvores e plantas que ela brincava quando pequena, aquela era a pequena natureza que resistia a cidade, e era muito bonita.
- Elizabethy, desculpe meu atraso...
- Não estamos atrasados, Leonard- a voz aconchegante e a luz da lua refletindo em sua pele o fizeram sorrir, abobadamente- mas temos que ir.
Ele a seguiu pela estranha trilha secreta, era a favorita dela, até verem uma excêntrica rocha, uma caverna.
- Chegamos. - Elizabethy disse conduzindo-o para dentro. Em seu interior, bem em seu centro, tinha um buraco em cima de suas cabeças por onde o luar entrava, iluminando algumas palavras.
- Leonard ?
- Princesa, coloque a pedra aqui. – indicou ele a Elizabethy, que colocou a jóia que tanto protegia em uma cavidade, embaixo dos escritos.
- Eu vinha muito aqui quando criança, mas não lembro dessa escritura...- ela parecia meio confusa.
- Não era para se lembrar princesa, ela estava escondida...
- E o que dizem ?
Ele a puxou para junto de seu corpo fazendo-a acelerar seus batimentos cardiacos e perder a respiração. Ele era tão sedutor. Um beijo aconteceu.
3:00 - A lua alcançou o alinhamento perfeito e sua luz ao alcançar a pedra refletia por todo o lugar. Violeta. E os dois naquele ato longo, apaixonado e extasiado demoraram a perceber o que estava acontecendo. Era a cena perfeita.
- Você é agora a Rainha do silêncio. – Ele sussurrou no ouvido dela.
- Hã ?
- “Vos es iam Regina ex silentium”, você agora é a Rainha do silêncio, é o que está escrito. – disse, sorrindo para ela.
E ela só fez retribuir o sorriso.
Aquele dia nasceu vermelho e se pôs violeta. E só poucas pessoas, como Leonard, Elizabhety, e até James e Kimberly souberam o motivo.
FIM!
“Nem todas as perguntas tem respostas,
ResponderExcluirmas algumas simplesmente não devem ser respondidas.”
oh god :X
bom, o namorado da autora é meio suspeito se dizer que gostou? ç_ç'
mas poxa, ficou bom
e vc dizendo qe nao ia ficar legal
simples, e não simplorio
sem deixar de lado aquela confusão de sempre ;x
nhaii *-*
parabens amor :x ♥
eeeeei, você escreve muito bem. *---*
ResponderExcluirbeijo.